Converta instantaneamente entre os sistemas numéricos decimal, binário, octal e hexadecimal com suporte ao complemento de dois.
Intervalo válido (com sinal): -128 a 127
Um conversor binário traduz números entre os sistemas de numeração posicional utilizados internamente pelos computadores. As quatro bases mais comuns são: decimal (base 10), binário (base 2), octal (base 8) e hexadecimal (base 16). Dominar essas conversões é fundamental para ciência da computação, eletrônica digital e programação de sistemas.
No Brasil, endereços IPv4 de provedores como Claro, Vivo e TIM são estruturados em blocos binários. A codificação de caracteres como 'ã' (ISO-8859-1: 227 = 1110 0011 em binário = 0xE3 em hex) é essencial ao processar textos em português lusófono. O hexadecimal aparece ainda nas definições de cores em CSS e nas APIs de hardware brasileiro.
O valor de um número em qualquer sistema posicional é a soma de cada dígito multiplicado pela base elevada à potência de sua posição, começando de zero à direita.
O complemento de dois representa inteiros negativos em binário: inverte-se todos os bits e adiciona-se 1. Isso permite que o mesmo circuito somador funcione para números positivos e negativos.
A letra 'ã' possui código ISO-8859-1 igual a 227 = 1110 0011 em binário de 8 bits e 0xE3 em hexadecimal. Conhecer essas codificações é indispensável ao tratar textos em português em sistemas legados.
O intervalo 179.x.x.x é comum entre provedores brasileiros. O octeto 179 = 1011 0011 em binário de 8 bits e 0xB3 em hex. A máscara /24 (255.255.255.0) corresponde a 24 bits em 1 consecutivos.
A porta TCP 80, usada pelo protocolo HTTP, equivale a 0101 0000 em binário de 8 bits e 0x50 em hexadecimal. Regras de firewall e filtros de pacotes operam frequentemente em nível hexadecimal.
Um canal RGB armazena valores de 0 a 255. O verde puro (#00FF00) tem o canal verde em 255 = 1111 1111 em binário — o valor máximo de 8 bits. Designers e desenvolvedores front-end brasileiros trabalham com esses valores diariamente.
Digite ou cole um valor em qualquer um dos quatro campos (decimal, binário, octal ou hexadecimal).
Selecione a largura em bits adequada ao seu contexto (8 bits para um byte, 32 bits para um inteiro padrão).
O conversor valida a entrada conforme a base escolhida e o intervalo com sinal.
O equivalente decimal é calculado e expresso simultaneamente em todas as outras bases.
Decimais negativos são exibidos em complemento de dois para a largura de bits selecionada, com os valores octal e hexadecimal correspondentes.
Os transistores comutam entre dois estados estáveis (ligado/desligado, tensão alta/baixa) que se mapeiam naturalmente em 1 e 0. Representar dez estados estáveis por dígito decimal seria muito mais complexo e sujeito a erros nos circuitos eletrônicos.
O complemento de dois codifica inteiros negativos: inverte-se todos os bits e adiciona-se 1. Isso permite que o mesmo circuito somador funcione para ambos os tipos de números, simplificando consideravelmente o design dos processadores.
Agrupe os bits em grupos de 4 da direita para a esquerda, completando com zeros à esquerda se necessário. Cada grupo de 4 bits corresponde a um dígito hexadecimal: 0000=0, …, 1010=A, 1111=F.
Sem sinal: todos os bits representam magnitude (0 a 2ⁿ−1). Com sinal (complemento de dois): o bit mais significativo indica o sinal, com intervalo de −2ⁿ⁻¹ a 2ⁿ⁻¹−1.
Um byte sempre equivale exatamente a dois dígitos hexadecimais, tornando o hex muito mais compacto e legível que longas cadeias binárias. Endereços de memória, códigos de cor e máscaras de bits são convencionalmente escritos em hexadecimal.
A largura em bits (8, 16, 32 …) define o intervalo com sinal e a representação em complemento de dois. Em 8 bits: −128 a 127; em 32 bits: −2.147.483.648 a 2.147.483.647.